quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Letters to Juliet- the movie





OI pessoal!

Domingo, eu assisti ao filme Letters to Juliet ( Cartas para Julieta) com a atriz Amanda Seyfried e Gael Garcia Bernal.

Este filme retrata a questão do amor verdadeiro e se você tivesse uma segunda chance para amar, o que você faria?

AS cenas são passadas em Verona na Itália, aliás muito lindíssima! O muro de Julieta inspira moças do mundo inteiro a escreverem cartas para se aconselharem sobre o amor. Há várias mulheres que respondem as cartas para essas mulheres e um belo dia Sophie passeando com o seu noivo Victor na cidade, ela resolve sair sozinha e encontra uma carta de 1951 de Claire a respeito de um romance com Lorenzo.

Depois de anos, Sophie resolve escrever e dizer para ela ir atrás de seu amor. Através dessa carta, muitas coisas mudam no desenrolar da história. O amor sempre vale a pensa e não importa a idade. Sempre é possível recomeçar. E Sophie tem um grande presente que modifica a sua vida. Será que ela se casa com Victor ou encontra o seu Romeu às avessas?

Assistam para ver.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O Diário de Uma Paixão de Nicholas Sparks

Como começar.... Alguém já escreveu diários? Eu já quando era criança, mas não deu muito certo. Começava e parava. Achava muito besta pois sempre lembrava muito bem o que acontecia comigo em todos os detalhes tão pequenos de nós dois, como diria Roberto Carlos.

Mas imagine que você sofresse de uma perca de memória, um acidente, ou mesmo uma doença e não se lembrasse mais quem você é ou foi algum dia!!Já parou para pensar? Eu não. Hoje ao ler o livro O Diário de Uma Paixão de Nicholas Sparks deveria ter pedido ao Paulo uma caixa de lenços, porque chorei um rio de lágrimas e inundei minha cama, ainda bem que não estava maquiada seria o retrato da tragédia grega.

Lembro de Romeu e Julieta, um romance entre jovens de classes sociais diferentes e famílias inimigas, é parecida no começo da história de Sparks. Mas, ela ultrapassa as barreiras da juventude, alternando a perca do amor e a retomada dele na vida adulta. E a sua consolidação na velhice. O amor maduro me retoma a outro romance de Shakespeare Antônio e Cleopátra que venceu a distância de terras e interesses dos seus povos, e morreram juntos.

Allie, a jovem, com o seu Noah, amado e devotado amante da juventude, durante todo o livro narram através de lembranças e cartas como construir um sólido e verdadeiro amor. Super difícil hoje em dia , quer dizer quase em extinção! Como disse o autor não é impossível, e histórias de amor podem acontecer.A narrativa não é melosa, mas faz você ler de uma sentada só o livro todo e querendo saber quais foram as decisões tomadas pela mocinha e se eles ficaram enfim juntos ao final de tantos problemas que afligem o casal. Afinal, um romance entre uma moça rica e um rapaz pobre e caipira nos anos 30 do século XX não seria tão fácil subir ao altar.

Não direi o final, não quero estragar a surpresa que vocês terão ao ler como eu tive. mas preparem o coração e deixem se emocionar a cada página virada é um lenço assoado. Quem não consegue se cativar por essa história tem um coração de pedra. E sabe porque a gente sente que é próximo de nós, pois é baseado em fatos reais de pessoas comuns que poderia ser eu, você ou qualquer um. Não precisa ser nada de mirabolante ou fantástica para chamar atenção.

Amor é sentimento universal. Em todo lugar do mundo, milhões de pessoas sentem todos os dias. Por isso, o livro é um sucesso e várias tiragens foram vendidas e traduzidas para mais de 20 línguas.

Agora não posso esperar pelo filme. Depois posto algo quando assistir. Vão logo as livrarias e comprem!
Inté.

Came back!

Hello my dear....

Desculpe pela demora, não mais postei porque peguei a virose maluca que everybody pegou... E ainda estou me recuperando dela. Em meio aos cliques para pensar e assoar o meu nariz tão constirpado.

Só vim até aqui para fazer uma análise de um livro que li nesta tarde chuvosa e como estava sem coragem de fazer nada além de ficar na cama lendo, e escolhi um romance. Há tempos que não me sentia assim.

Agradeço ao meu colega Paulo que me deu de presente de amigo secreto finalzinho do ano o Diário de uma Paixão de Nicholas Sparks. Graças a Deus não tinha visto o filme, para assim ter uma postura mais imparcial.

No post seguinte vem meus comentários...

Até mais!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Merry Christmas!

Olá pessoal!

Eu passei por aqui para desejar um Feliz natal a todos vocês. Muita paz, saúde, e felicidades nesta noite, o ator principal é o menino Jesus. Vinde e adoremos!

Celebrar este happy day! I wanna a merry Christmas!

Bate o sino pequenino nesta noite santa, meu Senhor! A noite feliz não é fim de ano e sim um começo da Semente do Amanhã que dá o Hino da Alegria.

Feliz 2011!

Espero que no outro ano estejamos mais unidos... Sempre!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Um pequeno trecho da peça Hamlet em SP

A Atuação de Wagner Moura no papel principal de Hamlet.


Apreciem...

Shakespeare chega ao Brasil profundo

Gabriel Villela dirige grupo de Natal em 'Ricardo III' no sertão do Seridó, onde o teatro nunca havia chegado antes
por Dib Carneiro Neto - O Estado de S. Paulo

Manhã de segunda-feira, temperatura já acima dos 30 graus em Natal, capital do Rio Grande do Norte. Três carros saem lotados de atores, técnicos, garrafões de água mineral, pacotes de pão integral, colchões, embalagens com os adereços mais delicados do espetáculo, malas e sacolas, rumo ao sertão do Seridó, região do Estado que foi rota do cangaço e que, além de pedras e cactos, abarca pequenas cidades do nosso Brasil profundo, entre elas, o ponto final da viagem da trupe: o município de Acari, com seus 12 mil habitantes e a 260 km da capital. No dia anterior, um caminhão-baú foi na frente, completamente abarrotado com os instrumentos musicais, figurinos e cenários do que virá a ser, em breve, o espetáculo Sua Incelença, Ricardo III, com o grupo local Clowns de Shakespeare. A estreia está prevista para 18 de novembro, em Natal.

Há três meses, a companhia - uma das mais fortes referências do teatro feito no Nordeste - ensaia este que é um dos mais afiados dramas históricos de William Shakespeare (1564- 1616), sob a batuta de um mestre convidado, o diretor mineiro Gabriel Villela. Depois de um breve período de crise, redefinição de elenco e até de rumos, o coletivo decidiu-se por um encenador de fora, com uma bagagem que pudesse enriquecer ainda mais o repertório de sucessos e prêmios de uma trajetória que já beira os 18 anos de palco.

Empada doce. Na saída de Natal rumo a Acari, todos combinam de parar no meio do caminho, "naquela padaria de Santa Cruz, pra gente comer empada doce". No trajeto, enquanto arde o sol e estalam galhos retorcidos, os carros passam pela recém-inaugurada estátua de Santa Rita, padroeira da cidade de Santa Cruz. Os atores comentam: "Olha lá, ela é 7 metros mais alta do que o Cristo Redentor do Rio!" Já mastigando a empada de coco da padaria, um dos integrantes dos Clowns não se avexa, aumenta um ponto e turva sua lágrima nordestina: "Olha a Santa Rita, gente, que orgulho, ela é três vezes maior que o Cristo, viste! Foi um rico que alcançou uma graça e prometeu erguer a santa! O prefeito está todo crente de que vai atrair romarias, como em Juazeiro ou em Aparecida."

Em Acari, a ideia é fazer o primeiro ensaio aberto do espetáculo de rua, que ainda está inconcluso. O local dos ensaios - ao ar livre, ao lado da sede do centro turístico da região - foi previamente arranjado por uma das atrizes, a hiperativa e falante Titina Medeiros, natural de Acari. "É o meu povo, ai que medo de dar tudo errado... Eles sabem que eu sou atriz, mas nunca me viram em cena, só fazendo comercial na TV daqui, viste?" Titina, repaginada pela arquitetura cênica barroca de Villela, logo mais será vista por seus conterrâneos na pele de uma rainha inglesa que fala e age como uma emergente social, fútil e histérica.

O grupo se instala a 6 km do centro do município, numa vila em torno da Barragem Marechal Dutra, mais conhecida como o Açude Gargalheiras, inaugurado em 1959, na bacia hidrográfica de Ceará-Mirim e atualmente com capacidade de 40 milhões de metros cúbicos. Ali, há uma estrutura deixada pelo DNOCS como equipamento turístico: uma vila de casas contíguas, de fachadas multicores, uma pousada e um casarão com terraço. Quando chove (este ano não choveu) e o açude "vaza" (forma como os nativos se referem ao período da cheia no açude artificial), famílias inteiras de todo o Nordeste correm para ver tanta água.

Dona Angelina, moradora da vila, vai ser a mestre-cuca da viagem. Foi instruída a fazer comida leve todo dia. Gabriel Villela, após a primeira refeição em Gargalheiras, distribui as tarefas da tarde: "Babaya (preparadora vocal), você assume a turma agora e revisa com eles todas as músicas e os arranjos, eu vou com os assistentes fazer o reconhecimento do terreno e a Kika (Freire, preparadora corporal) hoje descansa, porque está meio febril desde ontem." A coreógrafa, que veio do Rio especialmente convidada por Villela, retruca: "Mas, Gabriel, eu posso trabalhar hoje, sim: são eles, não sou eu, quem vai subir nas pontas..." Ao que brinca o diretor: "Não dou conta: por que carioca fala tanto S?" Risos gerais.

Ronaldo Costa, o iluminador, e Rafael Telles, da produção executiva, se aproximam do diretor com cuidado, para dar uma notícia que pode abalá-lo: "Sabe, é que o disjuntor que você pediu foi instalado no lugar errado, então hoje não vai dar para iluminar nada, amanhã é feriado (terça, 12 de outubro), então somente na quarta é que isso vai se resolver. Para hoje, a gente pode fazer um gato no poste da rua."

Arena grega. Pulo no tempo, que é para acabar com o suspense. Dia seguinte. Fim da tarde, a bola de fogo já foi totalmente apagada no horizonte (escurece a partir das 17 horas). Sopra um vento barulhento, forte, uivante, típico das noites nesta época do ano no Seridó. Sem disjuntor, mas com a bênção dos deuses do teatro grego, com suas pioneiras arenas também descortinadas para a imensidão do céu, termina o primeiro ensaio aberto de Sua Incelença, Ricardo III para a população de Gargalheiras. Uma moradora, dona Jaécia, professora de português, pede a palavra e articula sua emoção, explodindo entre soluços e palmas e surpreendendo a todos os que ainda não confiavam no poder de arrebatamento da montagem: "Nunca vi uma coisa dessas em toda a minha vida, essa miscelânea de teatro e circo, essa linguagem formal de Shakespeare ecoando neste sertão. Não estou acreditando na dimensão disso que vocês vieram fazer aqui na vila."

Elenco, diretores e técnicos fungam sem pudor. Descem do alto de suas sabedorias, apoiados em meses de leituras, estudos de teorias, ensaios técnicos no galpão fechado de Natal (sede do grupo), e desfrutam juntos o primeiro êxtase emocional do novo espetáculo que está nascendo em Acari. Plateia e artistas, cada qual se desvirginando a seu modo, desenham um momento mágico e inesquecível de interação entre teatro e vida.

Eu achei essa matéria no jornal O Estado de São Paulo, e é tão raro encontrar matérias envolvendo cultura, teatro ao ar livre e ainda mais Shakespeare...!! Tudo de bom! Por isso, postei essa matéria, apesar de ter acontecido em novembro. Vale a pena divulgar esses incentivos.

Até mais!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

A tempestade- trailler



Este é apenas o trailler do filme a Tempestade da diretora dos filme "Across the Universe" e "Frida". Promete ser uma boa saída, aliás uma adaptação da peça de Shakespeare.

Com atores consagrados como Helen Mirren, Alfred Molina e Russel Brand, o marido da cantora pop Katy Perry. Eu já não posso mais esperar. Aguardo com ansiedade o lançamento deste filme.
Até lá.. vamos esperar e ler a peça!